“Jogo Duro”, versão rara do Só Pra Contrariar para “Crazy In Love” da Beyonce. #disruptivo
“Jogo Duro”, versão rara do Só Pra Contrariar para “Crazy In Love” da Beyonce. #disruptivo
“A Minha Fantasia”, versão do Só Pra Contrariar (já com o vocal de Fernando Pires) para “It Ain’t Over Till it’s Over” do Lenny Kravitz. #disruptivo
“A Rede”, um sucesso menor deste Só Pra Contrariar sob administração de Fernando Pires.
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Fernando Pires herdou do irmão Alexandre Pires o posto de vocalista do Só Pra Contrariar. Uma das figuras mais simpáticas e carismáticas do pagode nacional.
Infelizmente, o rapaz sofre de alcoolismo crônico e narra sua dura batalha contra o vício em seu instagram.
Replicaremos neste espaço os momentos mais marcantes dessa luta de um homem justo e honrado contra as vicissitudes da vida. #FernandoPiresVersusAlcool
Durante alguns meses, o show business nacional discutiu quais eram, afinal, os limites do humor. Da parte do Rafinha Bastos, talvez, o limite tenha sido ir para a RedeTV!
As conclusões são sempre vagas e muito pessoais. A música popular brasileira também discute seu espaço. Quais são os limites do pagode?
Thiaguinho, ousado e alegre, mostra nessa versão do suingue “Motel”, que não existem barreiras para a mistura. São peças como essa que demonstram o valor, mais do que meramente popular, artístico do mais fundamental cantor contemporâneo.
“Antes de dizer adeus” é uma das mais marcantes canções do Soweto, ícone do pagode nos anos 90. Prova de sua importância para nossa música popular é o fato dela constar no repertório do Belo até hoje.
E tem boas chances de invadir o verão tropical de 2013, graças a regravação de Thiaguinho em seu primeiro DVD solo. Outra amostra da reverência do ex-vocalista do Exalta por tudo aquilo que o pagode tem de melhor.
O mistério do pagode. Alexandre Pires é reconhecido desde o começo dos anos 90, mesmo pelos detratores do gênero, como uma das grandes vozes do Brasil. Afinado, excelente interprete e dono de um dos timbres mais populares da história. Tanto que sempre serviu como influência confessa de Thiaguinho, atual maior artista em atividade. Qual não foi minha surpresa ao ver o ex-vocalista do SPC na estreia solo do ex-vocalista do Exalta simplesmente tocando cavaquinho - mal abrindo a boca para sequer acompanhar a letra de “Lero Lero”. E o som do cavaco era claramente uma ‘dublagem instrumental’. Tinha alguém nas coxias fazendo o trabalho pesado. É a presença VIP mais misteriosa da história dos DVDs de pagode. Cheguei a levantar a possibilidade de Alexandre Pires ter evitado cantar por conta de uma rouquidão, mas ele soltou a voz em números que acabaram não entrando na edição final: http://www.youtube.com/watch?v=SIx_a7Rtsn4. A quem interessa calar essa voz?